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Salvador, Bahia, Brazil

9/27/2007

À espera da TV digital

SÃO PAULO - Publicitários e anunciantes se preparam para o novo formato de televisão no Brasil - com suas vantagens e riscos.


O próximo dia 2 de dezembro foi programado para ser um marco na história da TV brasileira. É quando se inaugura oficialmente a televisão digital no Brasil. A partir desse dia, os recursos de alta definição e interatividade da nova tecnologia estarão disponíveis para os moradores de São Paulo, cidade que concentra 12% dos televisores do país. A maior parte da população - que precisará ter um aparelho adaptador cujo custo está estimado em cerca de 800 reais - pouco ou nada vai notar de imediato. Mas, nos bastidores das emissoras, da indústria e principalmente do mercado publicitário, as mudanças são mais uma etapa de uma longa corrida de obstáculos para ver quem chega primeiro e de forma mais eficaz ao telespectador de uma nova mídia. Em jogo está um desafio tão ou mais difícil do que o enfrentado pela publicidade com a internet no fim da década de 90: fazer dinheiro num mercado novo e fragmentado.


As cifras envolvidas são gigantescas e ainda difíceis de estimar com precisão. Estudos do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) encomendados pelo governo federal estimam que só as emissoras de TV deverão investir 5,5 bilhões de reais em equipamentos nos primeiros cinco anos da mudança. Todos os grandes fabricantes de eletroeletrônicos, por sua vez, começam a vender a partir de dezembro um adaptador para conectar as TVs ao novo sinal, o set-top box. Serão pelo menos 50 milhões de aparelhinhos até 2016 - um mercado emergente de pelo menos 125 bilhões de reais. Sem falar na troca progressiva de televisores e nos novos aparelhos que surgirão em decorrência da tecnologia, criando um mundo tão rico em oportunidades quanto em riscos para o mercado publicitário.


Entre os aparelhos eletrônicos que surgiram a reboque da TV digital no exterior - e são um sucesso - está o gravador digital de vídeo (DVR, na sigla em inglês), que permite ao espectador armazenar o conteúdo transmitido ao vivo para assistir quando quiser. Um dos recursos do dispositivo é "pular" os comerciais, o que tem provocado calafrios nos publicitários. Por enquanto, no Brasil, o DVR está disponível apenas para usuários de TV a cabo digital ou por satélite dispostos a pagar cerca de 1 000 reais pelo apetrecho, mas a tendência é que o equipamento se popularize com a disseminação da TV digital. Quando isso acontecer, a publicidade brasileira deverá estar preparada para um desafio poderoso. Nos Estados Unidos, estudos da Nielsen Media Research mostram que os usuários do DVR não assistem a 60% da publicidade em programas gravados. Não há evidências de que no Brasil será diferente. A operadora Sky constatou que 41% dos usuários do DVR não vêem comerciais.


Os publicitários já descobriram qual a primeira e mais óbvia alternativa para driblar essa espécie de fuga de telespectadores: incluir mais e mais merchandising na programação. O problema será fazer isso de forma que não irrite o consumidor. Para Angelo Frazão, vice-presidente de mídia da agência McCann Erickson, a tendência é replicar experiências como a do filme Náufrago, estrelado por Tom Hanks e repleto de inserções de merchandising que se misturam com a história. "Para poder ocupar mais espaço, esse tipo de inserção terá de ficar mais refinada na programação brasileira", diz Frazão. Outro modelo de inserção avaliado pelos publicitários são comerciais interativos, como o que a rede de fast food KFC veiculou no ano passado nos Estados Unidos, para promover um novo sanduíche. Visto em ritmo lento, o anúncio fornecia uma senha para que o consumidor acessasse com o controle remoto da TV o site do KFC e ganhasse o tal sanduíche grátis nas lojas da rede. Além de ter virado uma febre na internet, com os usuários trocando senhas entre si, o anúncio gerou polêmica entre as redes de TV - uma delas recusou-se a veiculá-lo e acusou o KFC de fazer propaganda subliminar. No Brasil, ficou famosa uma campanha interativa criada para o Mitsubishi Pajero veiculada em 2004 pela operadora Sky. O comercial permitia ao espectador navegar pelo filme com o uso do controle remoto como num site para conhecer os detalhes do carro. Os interessados recebiam depois um material promocional da Mitsubishi por mala direta.


O fato é que ainda há muito mais experimentação nessa área do que certezas - seja no Brasil, seja no resto do mundo. "Ter anúncios interativos não garante que todos os telespectadores estarão dispostos a interagir", diz Alexandre Gama, presidente da Neogama/BBH, responsável pelo anúncio da Mitsubishi. Depois dele, a Neogama/BBH não produziu nenhum outro filme nesses padrões. O argumento é que tais campanhas ainda atendem um público limitadíssimo. "Mas é uma tendência que inevitavelmente deverá vingar no futuro e para a qual precisamos estar preparados", diz Gama. Há três meses, a AgênciaClick, maior criadora de publicidade para internet no Brasil, instalou em sua sede em São Paulo um laboratório de pilotos de filmes interativos para clientes, produzindo e testando novos softwares para interatividade na TV. "A hora de aprender é agora, e é claro que isso tem custos", diz Abel Reis, sócio da Click. A agência já investiu 100 000 dólares no laboratório, que por enquanto é usado basicamente para testes. O mercado de publicidade brasileiro, que já passa por um momento de transformação, deve ficar ainda mais agitado com a estréia da TV digital.


O impacto na publicidade


Como a tecnologia digital afetará as propagandas na televisão


INTERATIVIDADE: Os espectadores poderão usar o controle remoto para “navegar” no comercial. Os publicitários deverão levar em conta essa particularidade no processo de produção dos anúncios e do conteúdo extra


SELETIVIDADE: A televisão digital favorecerá o uso de gravadores digitais de vídeo (DVRs), muito populares nos Estados Unidos.Assistindo apenas àquilo que quiser, no horário que quiser, o espectador poderá “pular” comerciais indesejados


QUALIDADE: As produtoras de filmes publicitários terão de investir em novos equipamentos de filmagem e iluminação em decorrência do aumento da qualidade das transmissões. Isso deve aumentar os custos de produção de comerciais

À espera da TV digital

SÃO PAULO - Publicitários e anunciantes se preparam para o novo formato de televisão no Brasil - com suas vantagens e riscos.


O próximo dia 2 de dezembro foi programado para ser um marco na história da TV brasileira. É quando se inaugura oficialmente a televisão digital no Brasil. A partir desse dia, os recursos de alta definição e interatividade da nova tecnologia estarão disponíveis para os moradores de São Paulo, cidade que concentra 12% dos televisores do país. A maior parte da população - que precisará ter um aparelho adaptador cujo custo está estimado em cerca de 800 reais - pouco ou nada vai notar de imediato. Mas, nos bastidores das emissoras, da indústria e principalmente do mercado publicitário, as mudanças são mais uma etapa de uma longa corrida de obstáculos para ver quem chega primeiro e de forma mais eficaz ao telespectador de uma nova mídia. Em jogo está um desafio tão ou mais difícil do que o enfrentado pela publicidade com a internet no fim da década de 90: fazer dinheiro num mercado novo e fragmentado.


As cifras envolvidas são gigantescas e ainda difíceis de estimar com precisão. Estudos do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) encomendados pelo governo federal estimam que só as emissoras de TV deverão investir 5,5 bilhões de reais em equipamentos nos primeiros cinco anos da mudança. Todos os grandes fabricantes de eletroeletrônicos, por sua vez, começam a vender a partir de dezembro um adaptador para conectar as TVs ao novo sinal, o set-top box. Serão pelo menos 50 milhões de aparelhinhos até 2016 - um mercado emergente de pelo menos 125 bilhões de reais. Sem falar na troca progressiva de televisores e nos novos aparelhos que surgirão em decorrência da tecnologia, criando um mundo tão rico em oportunidades quanto em riscos para o mercado publicitário.


Entre os aparelhos eletrônicos que surgiram a reboque da TV digital no exterior - e são um sucesso - está o gravador digital de vídeo (DVR, na sigla em inglês), que permite ao espectador armazenar o conteúdo transmitido ao vivo para assistir quando quiser. Um dos recursos do dispositivo é "pular" os comerciais, o que tem provocado calafrios nos publicitários. Por enquanto, no Brasil, o DVR está disponível apenas para usuários de TV a cabo digital ou por satélite dispostos a pagar cerca de 1 000 reais pelo apetrecho, mas a tendência é que o equipamento se popularize com a disseminação da TV digital. Quando isso acontecer, a publicidade brasileira deverá estar preparada para um desafio poderoso. Nos Estados Unidos, estudos da Nielsen Media Research mostram que os usuários do DVR não assistem a 60% da publicidade em programas gravados. Não há evidências de que no Brasil será diferente. A operadora Sky constatou que 41% dos usuários do DVR não vêem comerciais.


Os publicitários já descobriram qual a primeira e mais óbvia alternativa para driblar essa espécie de fuga de telespectadores: incluir mais e mais merchandising na programação. O problema será fazer isso de forma que não irrite o consumidor. Para Angelo Frazão, vice-presidente de mídia da agência McCann Erickson, a tendência é replicar experiências como a do filme Náufrago, estrelado por Tom Hanks e repleto de inserções de merchandising que se misturam com a história. "Para poder ocupar mais espaço, esse tipo de inserção terá de ficar mais refinada na programação brasileira", diz Frazão. Outro modelo de inserção avaliado pelos publicitários são comerciais interativos, como o que a rede de fast food KFC veiculou no ano passado nos Estados Unidos, para promover um novo sanduíche. Visto em ritmo lento, o anúncio fornecia uma senha para que o consumidor acessasse com o controle remoto da TV o site do KFC e ganhasse o tal sanduíche grátis nas lojas da rede. Além de ter virado uma febre na internet, com os usuários trocando senhas entre si, o anúncio gerou polêmica entre as redes de TV - uma delas recusou-se a veiculá-lo e acusou o KFC de fazer propaganda subliminar. No Brasil, ficou famosa uma campanha interativa criada para o Mitsubishi Pajero veiculada em 2004 pela operadora Sky. O comercial permitia ao espectador navegar pelo filme com o uso do controle remoto como num site para conhecer os detalhes do carro. Os interessados recebiam depois um material promocional da Mitsubishi por mala direta.


O fato é que ainda há muito mais experimentação nessa área do que certezas - seja no Brasil, seja no resto do mundo. "Ter anúncios interativos não garante que todos os telespectadores estarão dispostos a interagir", diz Alexandre Gama, presidente da Neogama/BBH, responsável pelo anúncio da Mitsubishi. Depois dele, a Neogama/BBH não produziu nenhum outro filme nesses padrões. O argumento é que tais campanhas ainda atendem um público limitadíssimo. "Mas é uma tendência que inevitavelmente deverá vingar no futuro e para a qual precisamos estar preparados", diz Gama. Há três meses, a AgênciaClick, maior criadora de publicidade para internet no Brasil, instalou em sua sede em São Paulo um laboratório de pilotos de filmes interativos para clientes, produzindo e testando novos softwares para interatividade na TV. "A hora de aprender é agora, e é claro que isso tem custos", diz Abel Reis, sócio da Click. A agência já investiu 100 000 dólares no laboratório, que por enquanto é usado basicamente para testes. O mercado de publicidade brasileiro, que já passa por um momento de transformação, deve ficar ainda mais agitado com a estréia da TV digital.


O impacto na publicidade


Como a tecnologia digital afetará as propagandas na televisão


INTERATIVIDADE: Os espectadores poderão usar o controle remoto para “navegar” no comercial. Os publicitários deverão levar em conta essa particularidade no processo de produção dos anúncios e do conteúdo extra


SELETIVIDADE: A televisão digital favorecerá o uso de gravadores digitais de vídeo (DVRs), muito populares nos Estados Unidos.Assistindo apenas àquilo que quiser, no horário que quiser, o espectador poderá “pular” comerciais indesejados


QUALIDADE: As produtoras de filmes publicitários terão de investir em novos equipamentos de filmagem e iluminação em decorrência do aumento da qualidade das transmissões. Isso deve aumentar os custos de produção de comerciais

9/09/2007

Prepare-se para TV digital

Ao comprar uma televisão nova agora, é bom pensar já na perspectiva da chegada das transmissões digitais, no final do ano. Essa tecnologia traz imagens com muito mais qualidade - mas, para aproveitá-la, o aparelho de TV deve ter alta definição. As TVs comuns têm definição de 480 linhas horizontais. A maioria dos aparelhos de plasma e LCD (cristal líquido) atuam com resolução um pouco maior, de 720 linhas. A alta definição (HD) propriamente dita existe em aparelhos com 1080 linhas horizontais. Ainda mais caros, esses televisores têm qualidade de imagem muito superior, explica o professor Eduardo Pellanda, da PUCRS.

Prepare-se para TV digital

Ao comprar uma televisão nova agora, é bom pensar já na perspectiva da chegada das transmissões digitais, no final do ano. Essa tecnologia traz imagens com muito mais qualidade - mas, para aproveitá-la, o aparelho de TV deve ter alta definição. As TVs comuns têm definição de 480 linhas horizontais. A maioria dos aparelhos de plasma e LCD (cristal líquido) atuam com resolução um pouco maior, de 720 linhas. A alta definição (HD) propriamente dita existe em aparelhos com 1080 linhas horizontais. Ainda mais caros, esses televisores têm qualidade de imagem muito superior, explica o professor Eduardo Pellanda, da PUCRS.

9/08/2007

Finep anuncia financiamento para projetos relacionados a setop box para TV digital

30/08/2007
A agência de fomento à inovação tem R$ 450 milhões para atender a cinco setores


Os equipamentos de acesso à televisão digital foram incluídos pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) entre os bens que podem receber subvenção econômica do pacote de R$ 450 milhões que será anunciado na tarde desta sexta-feira, 31, no Rio de Janeiro, pela Financiadora Estudos e Projetos (Finep), agência do MCT voltada para a inovação tecnológica em áreas estratégicas.
O pacote, cujo detalhamento será apresentado pelo presidente da Finep, Luís Fernandes, também atenderá projetos inovadoras nas áreas de biocombustíveis e remédios, e setores tradicionais como construção civil e fruticultura. O ministro Sergio Resende (MCT) havia revelado, semana passada, que a licitação das subvenções estava em estudo pela pasta e que esperava obter resposta positiva de empresas interessadas em produzir software para a televisão digital.
A televisão digital começa a dar seus primeiros passos este ano, com o início das transmissões em 2 de dezembro, pela cidade de São Paulo. A troca de tecnologia - a analógica começa a sair de cena quase 60 anos após a introdução da televisão no país - terá grande repercussão na indústria, que precisará estar preparada para a reposição de quase 90 milhões de aparelhos de televisão e, até que isso aconteça, oferecer uma caixa conversora (setop box) que seja acessível ao grande público ou com sofisticações que viabilizem inclusive a interatividade com o telespectador.
Esta caixa permitirá aos donos de televisores analógicos que equipam residências em todo o país, receber o sinal digital por preço que o ministro Hélio Costa pretende situar na faixa entre R$ 100,00 e R$ 200,00.

Finep anuncia financiamento para projetos relacionados a setop box para TV digital

30/08/2007
A agência de fomento à inovação tem R$ 450 milhões para atender a cinco setores


Os equipamentos de acesso à televisão digital foram incluídos pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) entre os bens que podem receber subvenção econômica do pacote de R$ 450 milhões que será anunciado na tarde desta sexta-feira, 31, no Rio de Janeiro, pela Financiadora Estudos e Projetos (Finep), agência do MCT voltada para a inovação tecnológica em áreas estratégicas.
O pacote, cujo detalhamento será apresentado pelo presidente da Finep, Luís Fernandes, também atenderá projetos inovadoras nas áreas de biocombustíveis e remédios, e setores tradicionais como construção civil e fruticultura. O ministro Sergio Resende (MCT) havia revelado, semana passada, que a licitação das subvenções estava em estudo pela pasta e que esperava obter resposta positiva de empresas interessadas em produzir software para a televisão digital.
A televisão digital começa a dar seus primeiros passos este ano, com o início das transmissões em 2 de dezembro, pela cidade de São Paulo. A troca de tecnologia - a analógica começa a sair de cena quase 60 anos após a introdução da televisão no país - terá grande repercussão na indústria, que precisará estar preparada para a reposição de quase 90 milhões de aparelhos de televisão e, até que isso aconteça, oferecer uma caixa conversora (setop box) que seja acessível ao grande público ou com sofisticações que viabilizem inclusive a interatividade com o telespectador.
Esta caixa permitirá aos donos de televisores analógicos que equipam residências em todo o país, receber o sinal digital por preço que o ministro Hélio Costa pretende situar na faixa entre R$ 100,00 e R$ 200,00.

TV Digital: TV Cultura quer multiprogramação

O presidente da Fundação Padre Anchieta, Paulo Markun, afirmou ao Tela Viva News que a TV Cultura realiza um estudo para definir os rumos dos possíveis canais a serem programados pela fundação, com a chegada da TV digital. Esse estudo será apresentado em setembro ao conselho curador da emissora. Segundo Markun, a multiprogramação é uma reivindicação das TVs públicas brasileiras e, caso este seja o caminho tomado pela TV Cultura, a educação é uma das metas, apontando a possibilidade de usar parte do espectro do canal digital para educação à distância. 'O que existe hoje é uma conversa com a Secretaria de Educação Superior e com o Governo do Estado para decidir diretrizes', disse o presidente da fundação à Tela Viva News.

TV Digital: TV Cultura quer multiprogramação

O presidente da Fundação Padre Anchieta, Paulo Markun, afirmou ao Tela Viva News que a TV Cultura realiza um estudo para definir os rumos dos possíveis canais a serem programados pela fundação, com a chegada da TV digital. Esse estudo será apresentado em setembro ao conselho curador da emissora. Segundo Markun, a multiprogramação é uma reivindicação das TVs públicas brasileiras e, caso este seja o caminho tomado pela TV Cultura, a educação é uma das metas, apontando a possibilidade de usar parte do espectro do canal digital para educação à distância. 'O que existe hoje é uma conversa com a Secretaria de Educação Superior e com o Governo do Estado para decidir diretrizes', disse o presidente da fundação à Tela Viva News.

Bloqueador ameaça TV Digital

A possibilidade de o governo aprovar a adoção de um bloquedor na TV digital para impedir a cópia de programas gerou polêmica, na última quarta-feira, na audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado. O diretor da Associação Paulista de Cineastas, Ícaro Martins, disse na audiência que há formas de controlar a pirataria com bloqueadores tecnológicos. Segundo ele, o direito à cópia para uso pessoal deve estar garantido já na compra do aparelho.

Bloqueador ameaça TV Digital

A possibilidade de o governo aprovar a adoção de um bloquedor na TV digital para impedir a cópia de programas gerou polêmica, na última quarta-feira, na audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado. O diretor da Associação Paulista de Cineastas, Ícaro Martins, disse na audiência que há formas de controlar a pirataria com bloqueadores tecnológicos. Segundo ele, o direito à cópia para uso pessoal deve estar garantido já na compra do aparelho.

9/06/2007

TV digital na parabólica racha emissoras

A transmissão de TV digital via satélite para os 15 milhões de domicílios brasileiros que possuem antenas parabólicas rachou as redes de TV e colocou o Ministério das Comunicações em uma situação delicada.
Há duas semanas, Band e Rede TV! entregaram ao ministro Hélio Costa documento em que pedem a implantação do ISDB-S, a versão para satélite do padrão de TV digital japonês, adotado pelo Brasil. Por enquanto, as redes só podem transmitir TV digital por via terrestre, começando por São Paulo.
A liberação da transmissão via satélite daria acesso imediato à TV digital aos proprietários de parabólicas (desde que comprem um novo receptor). A TV digital chegaria já a cidades que só receberiam a nova tecnologia daqui a dez anos. "Seria uma forma de democratizar o acesso à TV digital e de baratear as caixas receptoras", diz Frederico Nogueira, diretor da Band.
O problema é que a Globo é contra, porque as parabólicas afetam as receitas publicitárias regionais. Embora SBT e Record ainda estudem o assunto, a Abert é contra a medida. Vice-presidente institucional da Globo, Evandro Guimarães discutirá o assunto hoje em reunião com a Band e a Rede TV!.
Enquanto isso, o Ministério das Comunicações, que não quer desagradar à Globo, ganha tempo. Diz "que a prioridade é cumprir o decreto 5.820/06, que estabelece o cronograma da TV digital [terrestre]".

TV digital na parabólica racha emissoras

A transmissão de TV digital via satélite para os 15 milhões de domicílios brasileiros que possuem antenas parabólicas rachou as redes de TV e colocou o Ministério das Comunicações em uma situação delicada.
Há duas semanas, Band e Rede TV! entregaram ao ministro Hélio Costa documento em que pedem a implantação do ISDB-S, a versão para satélite do padrão de TV digital japonês, adotado pelo Brasil. Por enquanto, as redes só podem transmitir TV digital por via terrestre, começando por São Paulo.
A liberação da transmissão via satélite daria acesso imediato à TV digital aos proprietários de parabólicas (desde que comprem um novo receptor). A TV digital chegaria já a cidades que só receberiam a nova tecnologia daqui a dez anos. "Seria uma forma de democratizar o acesso à TV digital e de baratear as caixas receptoras", diz Frederico Nogueira, diretor da Band.
O problema é que a Globo é contra, porque as parabólicas afetam as receitas publicitárias regionais. Embora SBT e Record ainda estudem o assunto, a Abert é contra a medida. Vice-presidente institucional da Globo, Evandro Guimarães discutirá o assunto hoje em reunião com a Band e a Rede TV!.
Enquanto isso, o Ministério das Comunicações, que não quer desagradar à Globo, ganha tempo. Diz "que a prioridade é cumprir o decreto 5.820/06, que estabelece o cronograma da TV digital [terrestre]".

9/01/2007

O artigo TCC

Pessoal,
É chegada a hora de fazer a divulgação do nosso artigo. Em função de nunca er sido publicado.
Eis o meu artigo sobre TV Digital no Brasil. Hoje, 1º de setembro de 2007, a quase 3 meses da 1ª transmissão digital da história do Brsil, a TV digital por enquanto não despertou maiores impactos no mercado e interesses da população. Em função das promessas governamentais de total acesso das classes menos abastadas da sociedade ao set-top-on-box, nada foi feito até o presente momento.
Iniciativas bastantes peculiares tem acontecido aqui em Salvador. O grupo de pesquisa da UFBA da rede móvel,do programa de pós graduação em comunicação social Wi-fi quer descobrir lugaraes onde podem acesar a internet wi-fi.o link: http://blog.ufba.br/wifisalvador
Caso alguém tenha descoberto um desses locais, falor informar no endereço já passado.
Gostaria muito do seu comentário, após a leitura deste documento. Me ajudaria sobremaneira nas minhas dúvudas que me inquietam a respeito da TV digital.
Grato


M+

O artigo TCC

Pessoal, É chegada a hora de fazer a divulgação do nosso artigo. Em função de nunca ter sido publicado. Eis o meu artigo sobre TV Digital no Brasil. Hoje, 1º de setembro de 2007, a quase 3 meses da 1ª transmissão digital da história do Brasil, a TV digital por enquanto não despertou maiores impactos no mercado e interesses da população. Em função das promessas governamentais de total acesso das classes menos abastadas da sociedade ao set-top-on-box, nada foi feito até o presente momento. Iniciativas bastantes peculiares tem acontecido aqui em Salvador. O grupo de pesquisa da UFBA da rede móvel, do programa de pós graduação em comunicação social Wi-fi quer descobrir lugaraes onde podem acesar a internet wi-fi.o link: http://blog.ufba.br/wifisalvador Caso alguém tenha descoberto um desses locais, falor informar no endereço já passado. Gostaria muito do seu comentário, após a leitura deste documento. Me ajudaria sobremaneira nas minhas dúvudas que me inquietam a respeito da TV digital. Grato M+

Governo inclui tablets em programa Minha Casa Melhor

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quarta-feira (16) a ampliação da lista de produtos que podem ser comprados no âmbito do pr...